No meu mundo, o tempo é um rio sem cansaço,
Que corre veloz, esculpindo o que somos,
As pessoas que cruzam o nosso espaço
Deixam marcas profundas nos dias que fomos.
Este mundo molda-nos, quebra
e transforma,
Abre
portas para o desconhecido e o novo,
Desfaz a rotina, altera a nossa forma,
No meio do caos, da cidade e do povo.
Buscamos, no fim, ser apenas
nós próprios,
Despir as amarras que a estrada nos deu,
Mas perco-me às vezes em rumos impróprios,
A tentar
decifrar o que o tempo escondeu.
E fica a pergunta que ecoa no
vento,
Enquanto o destino se cumpre e desaba:
Será que encontramos o nosso alento,
E nos encontramos... quando a estrada termina?
🤩🤩
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